OLÁ MIGA. Quanto Me alegra, poder adicionar este grande e valioso espólio aos meus favoritos, pões é uma recordação do que foi, é e será a nossa amizade. Só gostava de saber, quem é ou quem foi, a Beatriz de Sousa. Ou melhor para ser honesto, não conheço ninguém. Amiga espero que estejas bem de saúde. Eu cá vou andando, como posso. Um forte abraço deste teu amigo Eduardo.
Olá, meu amigo! Não é Beatriz; é ALICE BRITO DE SOUSA, a mulher do meu avô António de Sousa e minha avó paterna, na casa de quem cresci desde os meus primeiros dias de vida. Abraço grande e folgo ver-te, de novo, por aqui!
Fui ao teu Sozinhito e tentei comentar mas, para não variar, ele não me aceitou o comment. Já vi que hoje é "dia não" para a blogosfera e eu estou com demasiadas dores de cabeça para me preocupar muito com isso... também fiquei sem acesso ao correio do sapo. Que se lixe! Abraço grande!
Olá minha querida amiga M. J. B. De Sousa. E poeta porque tens o dom. Não te preocupes amiga. Sabes como disse o grande Senhor António Feio? A Gente encontra-se por aí. È mais importante que a tua dor de cabeça te passe, mesmo para mim, acredita que fico mais contente os blogs, têm tempo, eles são muito mais duráveis que nós. Um grande abraço para ti deste amigo Eduardo. Não te rales. Fica a intenção, que é tão ou mais importante que o resto tudo.
Tenho o dom e muito trabalhinho, meu querido amigo :) Estou para aqui armada em boa a afirmar que tenho o dom da poesia... mas olha, acho que o tenho mesmo! Mas houve tempos em que mesmo tendo o dom, não o aceitava plenamente e teimava em brincar às pessoas normais. Foi um desastre, claro está! Agora pode continuar a ser um desastre, na opinião da maioria, mas eu sei que, pelo menos agora, estou a fazer aquilo para que fui feita e que é muitíssimo improvável que quando me der o trangolomango eu pense que passei por cá sem ter feito nada de útil... e isso me basta porque me parece que é o máximo a que um ser vivo pode aspirar. Por muito modesta que possa ser a minha obrazinha, foi sempre feita dando o melhor que em mim havia. Hoje tento ir de novo ao teu Sozinhito, mas ele parece querer mesmo estar sozinho :)) Abraço grande!
Olá minha querida amiga Maria João. Fico muito feliz, por teres finalmente resolvido aceitar que és uma pessoa muito válida na ária poética. Foi tarde. Mas vale mais tarde que nunca. Quanto ao entrares no meu blog, se não conseguires amiga, não te importes com isso. Ainda mais ninguém se queixou, mas até é possível que algo esteja errado, e ser por isso que não consegues entrar. Eu sou-te franco, não fui eu que fiz o blog, Foi uma amiga Do Brasil, A Ivete, acho que tu conheces. Eu não entendo nada de fazer blogs, este pode não estar muito bom, mas se fosse feito por mim, estaria pior ainda. Amiga gostei das notícias. Que me deste. Um grande abraço, deste amigo Eduardo.
A Ivete? Aquela amiga que estava contigo no Facebook? Se é essa, lembro-me, sim senhor. Hoje, além das maleitas do costume, tenho o Kico um bocadinho pior. Estou espantadíssima por ele se estar a aguentar tanto tempo, mas quando sentir que está mesmo quase, quase a partir, fico ao pé dele. Quero estar junto dele nesse momento. Acredito que a única coisa que o vai mantendo vivo, é o facto de se sentir muito amado. No fim de semana, uma jovem lá do bairro que também tem um cãozinho, dizia-me que ele "tem cara de estar muito feliz"... e está! Eu sei que ele ainda se sente muito feliz apesar de estar "a cair do tripé"... e eu fico feliz por ele. Quero que ele morra assim, a sentir-se muito querido. Abraço grande!
Oi!!! Amiga João. Obrigado por seres assim. Tu mesmo com todas as tuas maleitas, ainda tens como predicado o instinto de mãe extremosa. És uma querida. Espero que o kiko quando chegar a hora dele se sinta mesmo feliz, com a tua companhia. Um forte abraço deste amigo Eduardo.
Amigo, tenho visto morrer muitos amigos de quatro patas. De 2009 até agora foram uma quantidade deles e, por cada um, o meu coração ficou despedaçado, mas sei que há um momento em que eles sabem muito bem que a morte está a chegar. Não estarão felizes nesse momento mas, até lá, cumpre-me fazer com que eles estejam a sentir-se confortáveis e amados. Não me posso orgulhar muito de ser assim... só me tem trazido preocupações, despesas e muito sofrimento e, no entanto, não mudaria por nada deste mundo! Do que eu me orgulho, realmente, é de ter alguns conhecimentos e um "olho clínico" que me permite saber exactamente como eles se estão a sentir e poder tentar, sempre, minorar o sofrimento que uma fase terminal lhes traz. Amo-os muito. Amo todos os animais e todas as plantas, incluindo os seres humanos... os mosquitos, as pulgas e as carraças que me perdoem por não conseguir amá-los :)) Mas é um desamor em legítima defesa... :)) Abraço grande!